O secretário da Fazenda, Paulo Ely, começou sua fala na votação das contas do governo de Raimundo Colombo de 2017, na quarta-feira (6), no Tribunal de Contas, com sentença contundente: “As despesas obrigatórias não cabem no orçamento do Estado”.
Depois, repetiu a mesma afirmação sobre o déficit bilionário recebido pelo governador Eduardo Pinho Moreira (MDB). O rombo em 2018 só para o pagamento destas despesas obrigatórias já está em R$ 3 bilhões.
Extremos
A sessão de apreciação das contas do governo em 2017 foi presidida pelo conselheiro Dado Cherem, tendo a sua direita o atual secretário da Fazenda, Paulo Eli, e à esquerda o ex-secretário da Casa Civil, Nelson Serpa. Explanações antagônicas a revelam avaliações distantes e extremas entre os dois períodos. Eli, apontando os furos; Serpa, falando os méritos do governo Colombo, por não ter aumentado impostos.
Via NSCTotal – Coluna Moacir Pereira
