Quem toma café, abre uma cerveja, enche o tanque, vai ao magníficos bares, restaurantes e hotéis de SC, tem nas digitais dos agentes fiscais, um silencioso trabalho de combater a sonegação e, por cada nota fiscal enviada à Fazenda, elevar o estado às bandeiras reconhecidas de excelências. O cidadão não sabe a luta que o Sindicato do Fiscais realiza, sem piquetes em portas de fábricas como foram vistas aquelas greves gloriosas, que colocaram em xeque a Ditadura Militar no final do anos 70 e 80, o quão estes profissionais realizam. Não é apenas uma brilhante equipe liderada pelo presidente Cristiano Colpani e a diretoria composta por Fabiano Dadam, Zeca Farenzena, Felipe Letsch, Soli Schwalb, Sérgio Pinetti, Marcos Rodrigues ou Eduardo Lobo, mas a entidade. Composta por um conselho fiscal afinadíssimo, rezam na mesma direção. Servem ao estado sem partidarização profissional e, por isso, rendem ao encher os Cofres com dinheiro limpo que o Estado converte em atenção às pessoas. A união e respeito vivenciado nas forças envolvidas, lembra-se a secretaria da Fazenda que faz tabela com reciprocidade. Cleverson Siewert responde aos interesses do Executivo na direção de somas. Comemoraram 37 anos de trabalho em evento realizado na Casa Rosa com participação maciça de parlamentares e setor produtivo. Com isso, aparecem a seriedade das respostas de quem observa e aplaude um serviço importante, que resulta nos pulos rumo ao futuro.

